
Fortalecer o poder dos associados, defesa da gestão compartilhada, mais solidez e equilíbrio para o Plano 1 e ampliação da rentabilidade para o Previ Futuro.
Essas são algumas das principais propostas defendidas por Márcio de Souza, nome que o Sindicato dos Bancários de Brasília apoia na eleição que vai eleger, entre os dias 26 de agosto e 15 de setembro, o novo diretor de Planejamento da Previ, o fundo de pensão do funcionalismo do Banco do Brasil.
O novo diretor terá mandato de dois anos, já que o pleito ocorre em função da renúncia do antigo diretor eleito.
“O prazo é curto e o desafio de construir uma nova política de investimentos requer agilidade, experiência e conhecimento”, diz Márcio, candidato de número 7, em material divulgado aos bancários. Para o Sindicato, ele reúne essas características e já demonstrou seu compromisso com a manutenção dos direitos dos participantes e assistidos da Previ.
A eleição se reveste de fundamental importância em função do momento delicado por que passa o país, marcado por diversas ameaças, entre elas a reforma da Previdência de Temer, que pretende impor idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres e o PLP 268, que retira o direito dos associados elegerem diretores nos planos de previdência.
Rafael Zanon, conselheiro deliberativo eleito da Previ e diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, diz que Márcio de Souza é o candidato mais preparado. “Márcio e os conselheiros eleitos em maio deste ano junto com o Diretor de Seguridade Marcel Barros defenderão os associados contra qualquer tentativa do banco e do governo de mexer na aposentadoria dos funcionários do BB”, destaca Zanon.
No BB há 35 anos e na Previ desde 2004, Márcio é gerente executivo de Benefícios faz quatro anos. Graduado em Direito, tem MBA em Gestão de Projetos, especialidade como Gestor de Fundo de Pensão e é certificado pela Anbima (CPA-20). Ligado ao movimento de representação dos trabalhadores, foi presidente do Sindicato dos Bancários de Petrópolis (RJ), diretor da Federação dos Bancários do RJ/ES e integrante a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que negocia as reivindicações do funcionalismo.
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