A 8ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, que reuniu em São Paulo entre 27 e 30 de julho mais de 800 delegados de todo o país, aprovou a estratégia de campanha nacional unificada na mesa da Fenaban, com negociações simultâneas das questões específicas dos bancos públicos e definiu como índice de reajuste a reposição da inflação mais aumento real de 7,05% (o número é referente ao aumento da riqueza do setor bancário entre 2004 e 2005, segundo os indicadores do valor adicionado).
A 8ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, que reuniu em São Paulo entre 27 e 30 de julho mais de 800 delegados de todo o país, aprovou a estratégia de campanha nacional unificada na mesa da Fenaban, com negociações simultâneas das questões específicas dos bancos públicos e definiu como índice de reajuste a reposição da inflação mais aumento real de 7,05% (o número é referente ao aumento da riqueza do setor bancário entre 2004 e 2005, segundo os indicadores do valor adicionado). A pauta de reivindicações aprovada tem os seguintes eixos:
Aumento real de salário.
- Fim do assédio moral.
- Fim das metas abusivas.
- Fim da insegurança bancária.
- Igualdade de oportunidades.
- Respeito à jornada de seis horas.
As cláusulas econômicas, além do aumento real de salário, inclui as seguintes reivindicações:
PLR um salário integral, 5% do lucro líquido distribuído linearmente mais um valor fixo que será definido pelo Comando Nacional.
- Piso salarial igual ao mínimo do Dieese (em torno de R$ 1.500).
- Cesta-alimentação de R$ 300,00.
- 13ª cesta-alimentação.
- Auxílio-creche de R$ 350,00.
- Gratificação de caixa de R$ 500,00.
- 14º salário.
No final da Conferência, os delegados endossaram a moção aprovada no Congresso Nacional da CUT de apoiar a candidatura do presidente Lula na eleição deste ano.


























































































































































