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Ainda sem qualquer contraproposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os bancários de Brasília reforçaram a paralisação nesta quinta-feira (30), segundo dia da greve nacional da categoria. O número de agências fechadas aumentou e mais da metade das unidades da capital não abriram as portas. O movimento também se manteve forte em outras dependências, como os edifícios administrativos.
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"Daqui para frente, a mobilização só tende a crescer. Tem que ser assim mesmo, se quisermos atingir a vitória. Quanto mais o movimento se fortalece, mais pressão podemos fazer contra os bancos, que até agora não nos chamaram para uma nova negociação", afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e diretor do Sindicato.
"Essa grande participação na greve mostra a indignação dos trabalhadores com os bancos. Apesar de apresentarem crescimento médio de 32% no lucro líquido do primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, os bancos só ofereceram o índice de inflação de 4,29%, ou seja, zero de aumento real, além de terem rejeitado todas as demais reivindicações sobre remuneração, saúde e emprego. Essa intransigência dos banqueiros empurra a categoria para ampliar a greve", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Nova assembleia segunda-feira (4), às 17h, no Setor Bancário Sul. Compareça. Não deixe que os outros decidam por você.
André Shalders
Do Seeb Brasília


























































































































































