Histórico das ações do
Sindicato – concurso de 2006
reunião sobre concurso do BB
A direção do Sindicato reafirma que a prorrogação do concurso de 2006 é imprescindível, devido à necessidade de aumentar a quantidade de funcionários nas dependências para prestar melhor atendimento ao público e aliviar a sobrecarga de trabalho sofrida pelos bancários da ativa.
Afirmamos também que a prorrogação deste concurso, como a realização de um novo, é viável em virtude da grande rotatividade de bancários ocorrida dentro do Banco do Brasil e a necessidade urgente de revisão das dotações das dependências.
"É de suma importância a presença de todos os aprovados na reunião e atividades que estão ocorrendo para fortalecer esta luta e alterar a decisão do Conselho Diretor do BB", afirma Rodrigo Britto, presidente do Sindicato.
“A prorrogação deste concurso, como a realização de um novo, é viável em virtude da grande rotatividade de bancários ocorrida dentro do Banco do Brasil e a necessidade urgente de revisão das dotações das dependências”, destaca Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Contraf/CUT.
A proporção clientes x bancários aumentou em média nos últimos anos de 150 para 250 clientes por bancário. Com isto o número de vítimas de acidente de trabalho em nossa categoria tem tido grande aumento. Com a redução na dotação, ocorrida na reestruturação de 2007, o banco aumenta a possibilidade de mais funcionários ficarem incapacitados temporariamente ou de forma permanente para o trabalho, devido a problemas de LER/Dort ou depressão. É necessário que o BB reveja seu posicionamento sobre a extinção de 4.284 funções de caixa-executivo em seu corpo funcional e respeite a Norma Reguladora nº 17, que garante o intervalo de 10 minutos para cada 50 trabalhados. Realmente, a saúde dos trabalhadores não é preocupação da atual diretoria do BB.
Redução das dotações
Um dos graves problemas que há atualmente no BB é a necessidade de mais funcionários. Em Brasília, existem centenas de vagas disponíveis para novos colegas na rede de agências. Também necessita uma revisão imediata na dotação das dependências.
Prorrogação do concurso de 2006
O Sindicato reafirma que a prorrogação do concurso de 2006 é imprescindível, devido à necessidade de aumentar a quantidade de funcionários nas dependências para prestar melhor atendimento ao público e aliviar a sobrecarga de trabalho sofrida pelos bancários da ativa.
Fim das terceirizações
O Sindicato sempre foi contra a terceirização dos serviços bancários como, por exemplo, o processamento dos envelopes do auto-atendimento e da área de tecnologia. As conseqüências mais graves da terceirização são a precarização das condições de trabalho e a redução de direitos e benefícios para os trabalhadores. Com o intuito de coibir a terceirização indiscriminada, a Contraf/CUT protocolou representação no Ministério Público do Trabalho (MPT) denunciando a prática em todos os bancos.
Respeito à jornada
O respeito à jornada de seis horas é fundamental para a melhoria da qualidade de vida dos bancários e ajuda no combate a doenças como LER/Dort, depressão, e outras doenças mentais. São necessárias mais que 6 horas diárias para bater as metas e atender todas as demandas. A categoria já tem uma convenção coletiva que determina uma jornada de 30 horas semanais. Esta convenção exis-te há muito tempo e é decorrente das dificuldades enfrentadas na realização do trabalho bancário.
Inquéritos administrativos
Todo dia nas agências, diversos funcionários improvisam e descumprem normas do LIC em prol do melhor atendimento para os clientes e dos interesses do BB. Esses colegas realizam tais práticas devido a dotações insuficientes e falta de condições adequadas de trabalho. É comum ver a prática de fraude no ponto eletrônico, comparti-lhamento de senhas e desvio de função, entre ou-tras práticas ilícitas. O Sindicato alerta a todos os funcionários para cumprirem estritamente sua jornada e suas atribuições, pois é comum ver colegas dedicarem suas vidas a esta instituição financeira e serem demitidos ou penalizados por práticas que não caracterizam má-fé, mas sim, ao contrário, buscaram alternativas acreditando estar contribuindo para o sucesso do Banco do Brasil e sofrem sanções sem a menor piedade. Todo bancário que receber qualquer interpelação deve procurar o departamento jurídico do Sindicato e ter a presença de um diretor em seu atendimento. Não marque bobeira, é seu emprego que está em jogo.
Lateralidade
A substituição deixou de existir formalmente no BB, ou seja, não existe mais salário de substituição. Agora, quando um funcionário substitui seu superior, não ganha a mais por exercer uma função que tem um salário maior que o seu. Se um gerente de agência, por exemplo, tira férias, fica doente ou mesmo se ausenta por um ou dois dias para fazer um curso, o funcionário que fica no seu lugar não ganha, pelos dias em que fez a substituição, o salário do superior. Isto é trabalhar de graça. E ainda constitui desvio de função, já que o substituto vai desempenhar tarefas que não são inerentes ao cargo que ele ocupa.
“A atividade de hoje é uma prévia do grande ato que vai ocorrer no próximo dia 16 de abril no Setor Bancário Sul. A revisão das dotações, a prorrogação do concurso de 2006 e a redução das tarifas e dos juros não são reivindicações apenas dos bancários, mas sim de toda a sociedade, que quer um banco mais comprometido com o desenvolvimento do país”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.
Lançada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) na semana passada, a campanha também tem o objetivo de garantir o pagamento das substituições de comissionados, mais contratações, mais vagas para caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas.
“Vamos intensificar as atividades durante o mês de abril para esquentar a campanha, porque agora é hora de darmos um fim às péssimas condições de trabalho e lutarmos por um Banco do Brasil com mais compromisso com a sociedade brasileira”, ressalta Rodrigo Britto, presidente do Sindicato e funcionário do BB.
O Sindicato espalhou 15 outdoors com o tema da campanha em pontos estratégicos de Brasília e das cidades-satélite. Também serão produzidos cartazes, adesivos e camisetas.
Consulta aos bancários
Nos próximos dias, o Sindicato vai aplicar pesquisa para os funcionários do BB. “A consulta aborda questões como substituições, horas-extras, assédio moral, saúde e condições de trabalho. O questionário foi elaborado a partir das denúncias dos próprios bancários e o modelo estará disponível no site do Sindicato para download”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.
A direção do Banco do Brasil realizou um grande evento, nesta quinta-feira 27, em frente ao Edifício Sede I para abrir oficialmente as comemorações pelos 200 anos da instituição financeira. Para contrapor com o tom festivo, a diretoria do Sindicato distribuiu exemplar do jornal Espelho DF, que enumerou os maiores problemas enfrentados pelos bancários do banco, e afixou faixas cobrando a contratação de mais funcionários e a valorização dos atuais.
Durante a manifestação, o Sindicato exigiu ainda o fim da terceirização e da lateralidade – quando um funcionário substitui seu superior, não ganha a mais por exercer uma função que tem um salário maior que o seu –, melhores condições de trabalho e de atendimento.
Banco para o Brasil
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato promove a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
"Vamos intensificar as atividades durante o mês de abril para esquentar a campanha, porque agora é hora de darmos um fim às péssimas condições de trabalho e lutarmos por um Banco do Brasil com mais compromisso com a sociedade brasileira", ressalta Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT).
Abaixo-assinado
O Sindicato continua percorrendo as dependências do BB com o objetivo de buscar assinaturas para abaixo-assinado em favor da prorrogação do concurso realizado em 2006, revisão das dotações, fim da terceirização e da lateralidade, e respeito à jornada de trabalho. Quem não for bancário também pode participar.
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato vai lançar a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
Cadastro
O Sindicato está organizando um cadastro com dados de todos os aprovados no concurso do BB de 2006. O objetivo é mantê-los informados e organizar reuniões, sempre que necessárias. A lista vai facilitar a comunicação do Sindicato com todos os aprovados. Para participar do cadastro, é preciso enviar e-mail para sindicato@bancariosdf.com.br (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo) e informar nome completo, telefone, de preferência celular, e e-mail pessoal. A preferência pelo número celular se deve ao fato da agilidade no envio de mensagens de texto.
O Sindicato dos Bancários de Brasília realizou, na sexta-feira 4 de abril, em sua sede, nova reunião com os aprovados no concurso do Banco do Brasil realizado em 2006. Compareceram mais de 250 concursados, que debateram novos encaminhamentos para obter êxito na prorrogação da seleção. A reunião foi conduzida pelo presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, pelo diretor da entidade e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), Eduardo Araújo, e pelos integrantes da Comissão dos Aprovados BB.
“Trabalharemos incansavelmente para alterar a decisão do Conselho Diretor do Banco do Brasil de não prorrogar mais os concursos. Lamentamos que os representantes do BB utilizem de argumentos equivocados para justificar a decisão, enquanto, na verdade, acreditam que as pessoas que ainda não foram convocadas para tomar posse não são qualificadas para trabalhar no banco”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
É importante ressaltar que aproximadamente 88 mil pessoas fizeram o concurso do Banco do Brasil em 2006 para Brasília, e somente 2.744 foram aprovados, ou seja, pouco mais de 3% dos candidatos do certame.
Próximas atividades
Diversas atividades já estão sendo realizadas pelo Sindicato e Comissão dos Aprovados como a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado, visitas a parlamentares, e reuniões nas dependências do BB para debater o assunto com o funcionalismo. Novas atividades ocorrerão nos próximos dias.
Veja a agenda:
• Segunda-feira, 07 de abril, às 7h – Debate no programa de rádio Bom Dia Servidor, transmitido pelas rádios 88,9 FM e 1.210 AM, sobre a campanha Banco para o Brasil. Acorda diretoria!
• Sexta-feira, 11 de abril, às 10h – Audiência pública na Câmara Legislativa do DF.
• Quarta-feira, 16 de abril, às 13h – Ato da campanha Banco para o Brasil. Acorda diretoria!, em frente ao Edifício Sede I do BB, no Setor Bancário Sul.
“É importante a participação de todos nas atividades para ajudar a pressionar os integrantes do Conselho Diretor do Banco do Brasil para mudarem sua postura e prorrogarem o concurso, pois somente com união e mobilização teremos êxito”, diz Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Contraf/CUT.
As ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.
Na ocasião, Rodrigo Britto e Eduardo Araújo reafirmaram a necessidade de renovação do prazo do concurso por mais dois anos e pediram a aceleração das convocações, devido à carência de funcionários nas agências do DF.
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato promove a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
Abaixo-assinado
O Sindicato continua percorrendo as dependências do BB com o objetivo de buscar assinaturas para abaixo-assinado em favor da prorrogação do concurso realizado em 2006, revisão das dotações, fim da terceirização e da lateralidade, e respeito à jornada de trabalho. Quem não for bancário também pode participar.
Cadastro dos aprovados
O Sindicato continua organizando um cadastro com dados de todos os aprovados no concurso do BB de 2006. O objetivo é mantê-los informados e organizar reuniões, sempre que necessárias. A lista vai facilitar a comunicação do Sindicato com todos os aprovados. Para participar do cadastro, é preciso enviar e-mail para sindicato@bancariosdf.com.br (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo) e informar nome completo, telefone, de preferência celular, e e-mail pessoal. A preferência pelo número celular se deve ao fato da agilidade no envio de mensagens de texto.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai investigar a abertura de novo concurso público para o Banco do Brasil (BB). A decisão foi tomada pelo procurador do Trabalho Cristiano Paixão, com base em representação protocolada pelo deputado distrital Chico Leite (PT-DF), em 25 de março. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira, durante audiência pública na Câmara Legislativa para debater a não prorrogação do concurso realizado pela instituição há dois anos.
A determinação do Ministério Público do Trabalho é de que o Banco do Brasil se explique no prazo de 15 dias. O procurador quer saber as razões que levaram o banco a desprezar o cadastro reserva. O diretor de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil, Juraci Masieiro, comentou que o motivo para o outro concurso é acelerar a posse de novos funcionários e atender a demanda das agências. Masieiro justificou que houve 20% de desistência dos aprovados nos últimos dois anos e que a expectativa do banco é reduzir esse índice.
Cerca de 1.800 candidatos aprovados ainda não foram nomeados ao cargo de escriturário do Banco de Brasil, relativos ao concurso de 2006. Mesmo assim, a instituição resolveu abrir novas seleções para o mesmo cargo, nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Bahia e Distrito Federal. Indignada, uma comissão de aprovados no concurso pediu apoio para a prorrogação do prazo inicial do edital e convocação dos classificados, em vez de se lançar novo edital.
Eles alegam, que de acordo com o Superior Tribunal de Justiça, havendo candidatos aprovados no concurso, mas ainda não aproveitados pela Administração, a abertura de novo certame, quando ainda válido o anterior, é uma ofensa ao direito dos candidatos remanescentes, que têm direito de preferência sobre os aprovados na nova disputa. (correioweb)
Sindicato lança a campanha Banco para o Brasil Acorda Diretoria!
Ao lançar o primeiro ato da campanha nacional na capital federal, Britto fez um contraponto às comemorações pelos 200 anos do Banco do Brasil. "Temos orgulho de trabalhar no maior banco do país, mas temos vergonha desse Conselho Diretor que não valoriza o funcionalismo e ainda adota medidas que prejudicam o dia-a-dia e a saúde dos bancários. É preciso inverter essa lógica. Antes de comemorar o bicentenário do banco, o Conselho Diretor deveria aumentar o número de funcionários, o que poderia ser feito de imediato com a prorrogação do concurso de 2006", criticou.
O presidente fez um resumo dos principais problemas enfrentados pelos bancários e exigiu da direção do Banco do Brasil o fim das terceirizações e da lateralidade, revisão das dotações e respeito à jornada de trabalho. "Para alcançarmos êxito é preciso mobilização de todos os funcionários, dos edifícios e das agências".
O presidente disse ainda que o ideal é que o Banco do Brasil acabe com as terceirizações, porém, enquanto não forem convocados novos concursados, é preciso melhorar os salários e as condições desses trabalhadores. "Os funcionários da Probank, por exemplo, são obrigados a ficar de roupa íntima para facilitar a revista dos seguranças e usam uniformes que lembram presidiários", informa.
A mobilização continua durante toda a tarde e início da noite, com encerramento previsto para as 20h. Antes, às 18h30, os bancários serão homenageados num tributo ao funcionalismo com a apresentação musical de Joe, Kiko Perez e banda.
“Pelas demandas que temos dos funcionários [do BB], não dá mais para esperar setembro chegar”, resumiu Kokay, numa alusão à campanha nacional dos bancários, cuja data-base é 1º de setembro. “O BB afiou os dentes para minar a dignidade dos seus funcionários”, advertiu a deputada.
Para ela, cabe aos bancários o papel de impedir que o BB seja vítima do processo que vigorou durante o governo FHC, que, segundo ela, ainda encontra respaldo em setores conservadores da diretoria do banco e se manifesta, por exemplo, na forma autoritária como são impostas as metas fora da realidade que os bancários são obrigados a cumprir. “Precisamos de um banco para o Brasil”.
A campanha
Lançada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), em março, a campanha também tem o objetivo de garantir o pagamento das substituições de comissionados, mais contratações, mais vagas para caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas.
O Sindicato espalhou 15 outdoors com o tema da campanha em pontos estratégicos de Brasília e das cidades-satélite. Também foram produzidos cartazes, adesivos e camisetas.
O Sindicato continua aplicando pesquisa para os funcionários do BB. “A consulta aborda questões como substituições, horas-extras, assédio moral, saúde e condições de trabalho. O questionário foi elaborado a partir das denúncias dos próprios bancários e o modelo estará disponível no site do Sindicato para download”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.
Na avaliação do presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, a não prorrogação do concurso já realizado reforça a postura do BB de enxugar seus quadros. Ele denunciou que há terceirizados exercendo funções que deveriam ser de concursados, com remuneração bem inferior. “Só no DF houve um pedido emergencial de 110 convocações e foram autorizadas apenas 19 contratações”, informou.
O coordenador da bancada do DF no Congresso Nacional, deputado Geraldo Magela (PT), que é funcionário do BB, lembrou que não há disparidade significativa de pontuação entre os 2.700 aprovados no concurso anterior, o que contraria o argumento de que os que aguardam convocação não estão suficientemente preparados.
Para a deputada Erika Kokay (PT), de quem partiu a iniciativa da audiência pública, a perspectiva é de que se possa sair “deste encontro com uma solução pactuada”. Erika, que também é bancária da Caixa Econômica há 26 anos, lembrou que a posição pela prorrogação do concurso não é apenas da bancada de seu partido, mas de toda a Casa. “A moção apresentada pelo PT foi aprovada, por unanimidade, no plenário da Câmara”.
O deputado Paulo Tadeu (PT), vice-presidente da Câmara, lembrou que a prorrogação é praxe no BB e que a realização de novo concurso só favorece a “indústria de cursinhos” preparatórios.
MP vai investigar abertura de novo concurso
Durante a audiência, o deputado distrital Chico Leite (PT) anunciou que o Ministério Público vai abrir procedimento investigativo para apurar a abertura de novo concurso público para o Banco do Brasil, com base em representação protocolada pelo parlamentar em 25 de março.
Retrospectiva das ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.
5 de março – Sindicato se reúne com BB.
18 de março – Reunião com aprovados no concurso de 2006.
19 de março – Manifestação no Setor Bancário Sul.
27 de março – Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB.
5 de abril – Sindicato realiza nova reunião com os concursados.
Inspeção do Sindicato constatou graves irregularidades na agência: caixas amontoadas, paredes descascadas, máquinas enferrujadas, refeitório impróprio, depósito irregular, materiais de limpeza expostos, e falta de espaço físico para atender a população adequadamente.
Após o Sindicato fechar por duas vezes a agência do Banco do Brasil da cidade-satélite do Paranoá – uma no dia 11 de abril e outra no dia 18 –, depois de constatar diversas irregularidades na unidade, a direção do banco enviou técnicos para iniciar a reforma da agência. Os secretários de Saúde do Sindicato, Alexandre Severo, e de Política Sindical, Saulo dos Santos, se reuniram, nesta terça-feira 22, com o gerente do Centro de Serviços de Logística (CSL) José Eduardo. O representante do banco garantiu que vai resolver todos os problemas físicos e ampliar a unidade.
Laudo técnico elaborado pelo Sindicato constatou graves irregularidades na agência Paranoá: caixas amontoadas, paredes descascadas, máquinas enferrujadas, refeitório impróprio, depósito irregular, materiais de limpeza expostos, e falta de espaço físico para atender a população adequadamente.
Durante a manifestação em 18 de abril, o Sindicato realizou um trabalho de esclarecimento junto a clientes e usuários, explicando os motivos do fechamento da agência por meio de nota à população, e recebeu o apoio dos moradores. “Eles concordam que o espaço é inadequado para a prestação de serviços e também cobram uma solução definitiva. O BB precisa priorizar, com urgência, a solução desses problemas. Os bancários e a população merecem mais respeito”, reitera a secretária de Assuntos Jurídicos do Sindicato e funcionária do BB, Mirian Fochi.
Em março, os candidatos classificados no certame de 2006 foram surpreendidos com a decisão do BB de não prorrogar a seleção, que visava à formação de cadastro reserva para 5 mil classificados – 2.744 foram aprovados, mas apenas 1.073, convocados. Se mantida a validade do concurso de 2006, os classificados têm até o mês de julho para serem chamados.
No entendimento do juiz, que julgou o mandado de segurança que pede a suspensão do concurso, os aprovados em 2006 ainda aguardam a contratação pelo banco. "Há preterição de candidatos aprovados em certame ainda vigente quando se convoca novo concurso (…), sem esgotamento do anterior certame realizado", afirma.
O BB abriu concurso para preencher vagas nos Estados do Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, atitude que revoltou os aprovados. Eles procuraram o deputado distrital Chico Leite, responsável pela "Lei dos Concursos", que entrou com uma representação no Ministério Público do Trabalho pedindo a apuração do caso. Em virtude da polêmica no mês de março, a instituição decidiu que não prorrogará mais o prazo de validade de seus concursos a partir deste ano.
Após solicitação do Sindicato dos Bancários de Brasília e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), o Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (Dest) autorizou, no mês passado, o BB a ampliar o quadro de funcionários de 88,5 mil para 91 mil. Serão 2,5 mil novos bancários para atender ao plano de expansão do sistema Banco do Brasil, com a abertura de novas agências e postos de serviços em vários municípios. Em 2006, o Sindicato e a Contraf/CUT enviaram ofício ao Dest solicitando a ampliação do quadro de funcionários no BB.
O aumento da dotação por dependências e no número de caixas é uma das reivindicações da campanha Acorda BB (lançada pelo Sindicato em Brasília na segunda quinzena de abril), juntamente com a volta do pagamento das substituições e o fim da extrapolação de jornada.
Retrospectiva das ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.
5 de março – Sindicato se reúne com BB.
18 de março – Reunião com aprovados no concurso de 2006.
19 de março – Manifestação no Setor Bancário Sul.
27 de março – Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB.
5 de abril – Sindicato realiza nova reunião com os concursados.
11 de abril – Audiência na Câmara Legislativa.
O Sindicato entende que o banco pode e deve chamar os aprovados ainda não convocados no certame de 2006 em função da necessidade de mais funcionários, sobretudo nas agências. O próprio Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (DEST), atendendo solicitação do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), já autorizou o banco a ampliar o quadro em 2,5 mil novos bancários. Dos 2.744 aprovados no DF, apenas 1.103 foram convocados até o momento, ou seja, há ainda 1.641 pessoas aguardando convocação.
Veja as principais ações do Sindicato e os últimos acontecimentos:
18 de março – Reunião com aprovados no concurso de 2006.
19 de março – Manifestação no Setor Bancário Sul.
27 de março – Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB.
5 de abril – Sindicato realiza nova reunião com os concursados.
11 de abril – Audiência na Câmara Legislativa.
5 de maio – Liminar do TJDFT suspendendo realização do novo concurso.
8 de maio – Suspensão da liminar
O Sindicato entende que o banco pode e deve chamar os aprovados ainda não convocados no certame de 2006 em função da necessidade de mais funcionários, sobretudo nas agências. O próprio Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (Dest), atendendo solicitação do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), já autorizou o banco a ampliar o quadro em 2,5 mil novos bancários. Dos 2.744 aprovados no DF, apenas 1.103 foram convocados até o momento, ou seja, há ainda 1.641 pessoas aguardando convocação.
Os aprovados ficarão em vigília até que a direção do Banco do Brasil apresente uma solução para o concurso de 2006.
Mesmo sem convocar todos os aprovados no concurso de 2006, o BB realiza novo concurso, cujas provas estão marcadas para este domingo 18 de maio. “Chegamos a um momento decisivo dessa luta, em que devemos permanecer vigilantes. Por isso, é fundamental que todos participem das ações e atividades promovidas pelo Sindicato”, convoca o presidente da entidade, Rodrigo Britto.
Abaixo-assinado
Durante negociação específica com o BB, realizada na segunda-feira 12, o Sindicato entregou ofício à presidência do banco solicitando a convocação de todos os aprovados do Distrito Federal no concurso público de 2006. Em anexo, foi entregue um abaixo-assinado com milhares de assinaturas reivindicando uma série de melhorias no tocante às condições de trabalho e ao atendimento a usuários e clientes, entre as quais se destaca a prorrogação do respectivo concurso.
O abaixo-assinado é fruto da ação do Sindicato e da mobilização dos aprovados no concurso. Desde março de 2008, quando o banco manifestou que não iria revalidar o concurso e realizaria um novo certame, o Sindicato tomou uma série de iniciativas para fazer valer o direito dos aprovados de serem convocados. Além disso, a entidade tem pressionado o banco para resolver o problema das dotações das agências e locais de trabalho, cuja falta de funcionários é gritante.
1. O Sindicato é e sempre foi favorável à realização de concursos pelo Banco do Brasil. Faz parte da nossa luta diária a exigência de contratação de novos funcionários, para diminuir a brutal carga de trabalho nas agências e melhorar o atendimento à população. Foi por pressão direta do Sindicato e da CUT que o Ministério do Planejamento autorizou a ampliação do quadro do BB em 2.500 novos funcionários em abril deste ano.
2. Há vagas nas dependências do Banco do Brasil tanto para os aprovados no concurso de 2006 como para os que serão aprovados no concurso deste domingo. Há uma enorme carência de funcionários nas agências, como resultado da desastrada reestruturação que a direção do banco fez no ano passado e da alta rotatividade entre os novos bancários. Além disso, uma grande quantidade de bancários estará em condições de se aposentar nos próximos anos.
3. O Sindicato condena o comportamento antiético e irresponsável da direção do Banco do Brasil, ao desprezar e desqualificar os aprovados no concurso de 2006 que ainda não foram convocados. O Sindicato continuará lutando pelos direitos dos trabalhadores, inclusive dos que forem aprovados no atual concurso e também poderão ser vítimas dessa mesma política antitrabalhista, se ela não for barrada.
Sindicato dos Bancários de Brasília
Os bancários exigem respeito à jornada, fim das terceirizações e da lateralidade (retorno do pagamento das substituições), prorrogação do concurso de 2006, e revisão das dotações.
Além de desrespeitar os direitos dos bancários, o BB se afasta cada vez mais de sua vocação, que é principalmente o financiamento do setor agrícola. “Em vez de ampliar os créditos para este setor, o banco insiste em metas abusivas aos bancários para alavancar os empréstimos para compra de veículos e operações de cartão de crédito”, completa Rafael Zanon, diretor do Sindicato e funcionário do BB.
BB rejeita reivindicações e funcionalismo se mobiliza para a greve
Os dirigentes sindicais cobraram do banco a volta do pagamento das substituições, a convocação dos aprovados no concurso de 2006, mais contratações, o fim do projeto de extinção dos caixa-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas, entre outras reivindicações da campanha Acorda BB – Banco para o Brasil.
"Lembramos que no aniversário dos 200 anos a direção do banco não convidou os funcionários para a festa. Para nós, apenas a obrigatoriedade de cumprir metas para garantir o lucro e os recursos para os convidados", critica Marcel Barros, coordenador nacional da Comissão de Empresa.
Pagamento das substituições
Esse foi um dos temas mais debatidos na rodada de negociação. Para o banco, a questão é pétrea e "trata-se de mudança de cultura". A empresa nega-se a admitir que o desvio de função está ocorrendo de forma generalizada, caracterizando gestão temerária pelo passivo trabalhista que essa atitude está acarretando.
"Mais uma vez o banco recusa-se a admitir que cometeu um grande erro ao instituir a lateralidade, que criou um vazio gerencial nas agências e afetou a produtividade", diz Eduardo Araújo, representante da Fetec-Centro Norte na Comissão de Empresa.
Hora extra
A Comissão de Empresa mostrou documentos do banco orientando proibindo a realização de hora extra, sob alegação de "falta de dotação orçamentária". Isso está provocando diversas fraudes no ponto eletrônico, uma vez que a falta de funcionários obriga a sobre-jornada sem a devida remuneração.
O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução.
Metas abusivas e assédio
A determinação do banco em se manter como o líder do ranking no ano em que comemora seus 200 anos tem levado a uma série de ações que convergem para metas irreais e abusivas, e a pressão vai descendo na escala de comando, desembocando no assédio nos locais de trabalho. "Isso somado à falta de funcionários temos o elemento explosivo das péssimas condições de trabalho na grande maioria dos locais", avalia Ana Paula Domeniconi, representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa.
PCCS
Vale-transporte
O banco continua descumprindo a lei, mesmo já tendo sido derrotado em ações jurídicas
Incorporação do Besc
A Comissão de Empresa, junto com representantes dos bancários do Besc, cobrou resposta para as reivindicações do documento entregue dia 21 de fevereiro.
O BB disse que estudos sobre a incorporação ainda não estão concluídos e não é possível discutir nada ainda. Ficou definida reunião específica sobre o assunto no final do mês em Florianópolis.
"Com essa postura o banco frustra as expectativa dos trabalhadores do Besc e mantém o clima de insegurança em relação ao futuro", diz Milano, funcionário do Besc representante da Fetec-SC na Comissão de Empresa.
Intensificar a mobilização
Diante da postura irredutível do BB, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro orienta os sindicatos a intensificarem a mobilização e paralisações dentro da campanha Acorda BB – Banco para o Brasil. Novas orientações serão repassadas durante a semana.
Diante da negativa da empresa em discutir a sério as reivindicações visando acabar com as péssimas condições de trabalho nas dependências, a Executiva da Contraf/CUT, em reunião realizada nesta segunda-feira 9, decidiu orientar os sindicatos a organizarem greve nacional de 24 horas no Banco do Brasil dia 25 de junho. Participaram da reunião o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, e o diretor Eduardo Araújo.
Na rodada de negociação da última sexta-feira, os dirigentes sindicais cobraram do banco a volta do pagamento das substituições, a convocação dos aprovados no concurso de 2006, mais contratações, o fim do projeto de extinção dos caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas, entre outras reivindicações da campanha Acorda Diretoria – Banco para o Brasil.
“No 200º aniversário do BB, a direção do banco não convidou os funcionários para as comemorações. Ao funcionalismo foi dado como ‘presente’ a obrigatoriedade de cumprir metas para garantir o lucro e os recursos para os convidados”, critica Rodrigo Britto, presidente do Sindicato.
Pagamento das substituições
“Mais uma vez o banco recusa-se a admitir que cometeu um grande erro ao instituir a lateralidade, que criou um vazio gerencial nas agências e afetou a produtividade”, diz Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e representante da Fetec-Centro Norte na Comissão de Empresa.
O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução.
PCCS
“É preciso intensificar as atividades em todas as unidades do BB. Se os bancários não demonstrarem força neste momento, a diretoria do banco certamente não moverá uma palha para resolver todos esses problemas”, afirma Rafael Zanon, diretor do Sindicato.
Foi marcado para o próximo dia 22 de agosto (sexta-feira) o julgamento da ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalho sobre a prorrogação do concurso do Banco do Brasil realizado em 2006.
Em 8 de agosto, o juiz Ruitemberg Nunes Pereira, da 6ª Vara Cível de Brasília, decretou a prorrogação da validade do concurso do Banco do Brasil no Distrito Federal para o cargo de escriturário até nove de junho de
Em caso de descumprimento da decisão, Ruitemberg Pereira fixou multa diária no valor de R$ 10 mil para cada impetrante que não seja convocado. Cabe recurso ao Banco do Brasil.
Apesar de o entendimento do juiz não ser unânime, já que outros aprovados tiveram os pedidos denegados na 17ª Vara Cível de Brasília, a decisão abre novas possibilidades para quem ainda não foi convocado.
Na fundamentação da sentença da 6ª Vara Cível, o magistrado explicou que, “embora seja ato discricionário, se a opção pela não-prorrogação da validade do certame se evidencia infundada, irrazoável e desmotivada, cuida-se de ato administrativo írrito, configurador de autêntico abuso do poder discricionário.”
O juiz explicou na sentença: “A respeito desta questão não tenho dúvidas em reconhecer que se deve dar prevalência ao interesse dos autores, porque, considerado o sistema constitucional, o direito de não-preterição está fundamentado e justificado, ao passo que o direto de não-prorrogação não ostenta qualquer motivação razoável.” E a seguir destacou: “É grande a importância abstrata do direito dos autores, ao passo que é mínima a importância do direito de não-prorrogação, notadamente porque a sua exclusão não produz quaisquer efeitos, na prática, para os interesses da Administração.”
Ficou assegurado ao Banco do Brasil o direito de dar prosseguimento ao concurso de 2008, ficando, no entanto, assegurado também o direito aos impetrantes de preferência na convocação.
Reunião no Sindicato
Na quinta-feira, 7 de agosto, um dia antes da decisão do juiz da 6ª Vara Cível de Brasília, candidatos aprovados no concurso de 2006 participaram de reunião no Teatro dos Bancários. O diretor do Sindicato Rafael Zanon e a assessoria jurídica da entidade prestaram esclarecimentos sobre a ação.
Polêmica
No começo de junho, uma juíza de Brasília, em resposta à ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) da 10ª Região, determinou liminarmente que o BB não poderia convocar nenhum dos aprovados da seleção de 2008 até que o mérito do processo fosse julgado
Em julho, um magistrado paulista emitiu decisão do mesmo teor com alcance sobre a seleção realizada
O pagamento da PLR, o déficit de funcionários nas agências, as péssimas condições de trabalho e pontos relacionados aos processos administrativos foram o foco da reunião entre o Sindicato e a Superintendência de Varejo do Banco do Brasil em Brasília, realizada na última sexta-feira, dia 6. Representando o Sindicato, participaram os diretores Eduardo Araújo e Rafael Zanon, além da assessora junto ao coletivo do BB na entidade, Resula Bonfim.
Em metade das agências do DF, os funcionários não receberam integralmente o módulo bônus da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), pelo fato de as unidades não terem atingido a pontuação exigida para o pagamento total do benefício. O Sindicato discutiu uma revisão dos critérios e uma reconsideração, argumentando que as metas impostas para as agências do DF foram superestimadas, uma vez que, na avaliação, não foi levada em conta a realidade do público dessa região, ponto que já havia sido levantado pelos representantes sindicais em outra reunião com a Super.
“As agências têm que formalizar a reconsideração para a Superintendência, para que se busque corrigir esse desvio, que está prejudicando um grande número de bancários de agências que deram o sangue para alcançar esse lucro recorde registrado pelo BB no ano passado", orienta o diretor do Sindicato Eduardo Araújo.
O Sindicato também cobrou melhorias nas condições de trabalho de diversas agências do DF. Algumas estão em reforma, como a do ministério da Aeronáutica, com instalações ruins tanto para funcionários quanto para clientes. Outras têm um péssimo ambiente de trabalho, como a agência Luziânia – além de pesar contra ela graves denúncias de assédio moral. A Superintendência se comprometeu a resolver esses problemas.
"Essa medida pode resolver o problema a curto prazo, mas o que reivindicamos é uma solução em relação aos concursos de 2006 e 2008", ressaltou o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
O Sindicato debateu ainda questões referentes aos processos administrativos, solicitando uma ação da Super no intuito de orientar os funcionários sobre o tema. Os representantes da Super informaram que será realizado seminário sobre o assunto.
O Sindicato elogiou o projeto de atendimento que está em fase piloto em algumas agências do DF.
Acatar imediatamente a decisão judicial referente à prorrogação do concurso de 2006 foi a sugestão dos representantes do Sindicato
Os representantes do BB se mostraram receptivos às reivindicações do Sindicato, admitiram que é preciso resolver o problema da falta de funcionários do DF e que de fato vêm tomando medidas paliativas para atenuar a situação, como o incentivo à transferência de bancários de outras regiões do país para Brasília. O Sindicato sugeriu aos representantes do BB acatar de imediato a decisão judicial sobre o concurso de 2006 sem recorrer ao TST (Tribunal Superior do Trabalho), mas a Dipes ponderou que não cabe somente a ela deliberar pela prorrogação do certame.
“O BB precisar resolver o quanto antes essa situação, pois quem está pagando o pato são os funcionários das agências, que são obrigados a trabalhar cada vez mais sobrecarregados, abrindo espaço para o surgimento de doenças ocupacionais e situações de assédio moral pelo cumprimento de metas”, frisou o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
Concurso de 2006: entenda o caso
Indignados com a decisão do BB, um grupo de aprovados naquele concurso procurou o deputado distrital Chico Leite, responsável pela "Lei dos Concursos", que entrou com uma representação no Ministério Público do Trabalho pedindo a apuração do caso.
"O Sindicato, por sua vez, também começou uma batalha pela prorrogação do certame, que incluiu, entre várias outras iniciativas, uma série de reuniões com os aprovados, manifestações públicas, rodadas de negociações com a direção do BB, e audiência pública na Câmara Legislativa", enumerou Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.
O banco ingressou com embargo de declaração – trata-se de um mecanismo jurídico para elucidar alguma dúvida ou algum ponto que entende omisso no julgamento. No caso, o banco estava argumentando que, com a decisão, também ficara impedido de aplicar as cotas para deficientes físicos. A última manifestação do TRT, na última sexta-feira 6, esclareceu o pedido, sem alterar a conclusão do julgamento anterior, pelo qual o banco está impedido de realizar novo concurso até que seja exaurida a convocação do exame anterior.
“A empresa investe numa queda-de-braço que só traz prejuízos a ela mesma e, consequentemente,ao seu corpo funcional, aliás o mais prejudicado”, dispara Rafael Zanon, diretor do Sindicato, que participou
do encontro.
Campanha "Banco para o Brasil, Acorda Diretoria!" começa a dar resultados


























































































































































