
“Além das questões gerais que afetam os bancários, como a discussão de medidas que venham a prevenir os adoecimentos e acidentes de trabalho, bem como a assistência e o retorno ao trabalho dos afastados (reabilitação), temos questões específicas importantes relacionadas ao plano de saúde dos empregados”, afirma Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
Ele explica que “as demandas passam desde o custeio quase insuportável do plano pelos empregados à rede de atendimento na região Norte, que em algumas localidades não existe ou é muito precária. Além disso, o banco tem em seus quadros uma população de faixa etária mais avançada, que obviamente requer outros cuidados e atenção especial”.
Fonte: Contraf-CUT


























































































































































