Sindicatos, federações e a CUT comemoraram em todo o país o 1º de Maio, Dia do Trabalhador, sob o tema Desenvolvimento econômico com distribuição de renda, valorização do trabalho e defesa do meio ambiente.
Sindicatos, federações e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) comemoraram em todo o país o 1º de Maio, Dia do Trabalhador, sob o tema Desenvolvimento econômico com distribuição de renda, valorização do trabalho e defesa do meio ambiente. Durante as manifestações, que contou com diversas apresentações musicais, os representantes sindicais convocaram os trabalhadores para as mobilizações do dia 23 de maio contra a emenda 3 que a CUT está organizando em conjunto com outras centrais.
Em Brasília, a CUT-DF realizou uma grande festa em homenagem ao trabalhador com apresentação de vários artistas regionais e, como atração principal, a banda Cidade Negra, que embalou o público com seus maiores sucessos. O evento foi realizado na Esplanada dos Ministérios.
Presente nas comemorações do 1º de Maio, Rodrigo Britto, diretor do Sindicato, lembrou das conquistas obtidas pelos bancários nos últimos anos, em especial, o plano de saúde para os homoafetivos. As diferenças precisam ser respeitadas. Assim como os heterossexuais, os trabalhadores homossexuais com união estável também têm direito a colocar o seu companheiro como dependente em seu plano de saúde.
São Paulo
Em São Paulo, o mega-ato da CUT atraiu 1 milhão de pessoas ao cruzamento da Avenida São João com a Ipiranga, na região central de São Paulo. O balanço final foi divulgado pela organização após a entrada no palco do músico Zeca Pagodinho, apresentação de encerramento do evento. Além dos presidentes e dirigentes das centrais CUT e CGTB, o ato contou com a presença de representantes de sindicatos, federações, confederações ligadas à CUT, parlamentares e autoridades políticas e movimentos sociais.
O vice-presidente da CUT, Wagner Gomes, iniciou o ato falando sobre a origem da data, lembrando que neste dia, há 101 anos, trabalhadores morreram defendendo seus direitos. Segundo o vice-presidente, o dia é de festa mas acima de tudo, de protesto. "É dia do trabalhador se manifestar e reivindicar seus direitos por melhores condições de trabalho, pela manutenção do veto à emenda 3 e de solidariedade aos companheiros metroviários demitidos arbitrariamente pelo governador José Serra, no dia 23 de abril", enfatizou.
Artur Henrique, presidente nacional da CUT, destacou o diálogo que a central tem feito com o trabalhador: "queremos crescimento com distribuição de renda e valorização do trabalho, com garantia dos direitos dos trabalhadores de todo o Brasil. Não podemos permitir que continuem a atacar nossos direitos e não vamos aceitar propostas de flexibilização. Em São Paulo, temos assistido José Serra atacar os direitos dos trabalhadores, especialmente dos professores e dos companheiros da Saúde. Vamos aproveitar essa esquina que é um símbolo de São Paulo e mandarmos uma grande vaia ao governador Serra". Artur finalizou convocando a todos para as mobilizações do dia 23 de maio contra a emenda 3 que a CUT está organizando em conjunto com outras centrais.


























































































































































