Em resposta à intransigência dos banqueiros, que até agora – após cinco rodadas de negociações , não apresentaram nenhuma proposta para a categoria, cerca de 120 mil bancários participaram da greve de advertência ontem em todo o país. A paralisação afetou 24 Estados.
Em São Paulo, cerca de 34 mil bancários cruzaram os braços em 279 agências. No Rio de Janeiro, aproximadamente 80% do centro financeiro parou. Em Belo Horizonte, o movimento foi forte no Banco do Brasil, Caixa Econômica e nos bancos privados. No Rio Grande do Sul, fecharam as portas 236 agências. Em Curitiba houve paralisação do centro financeiro. No ABC paulista, 130 agências não abriram.
Embora a maioria das atividades do dia tenha ocorrido sem nenhum incidente, o Bradesco mais uma vez foi campeão am atos de violência, principalmente chamando a polícia para forçar bancários a trabalhar e impedir os comitês de esclarecimento. Num dos atos violentos proporcionados pelo banco foi preso o presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Vinicius Assumpção.
Em repúdio à violência nas agências do Bradesco, o Sindicato dos Bancários de São Paulo fez festa, com dança, confete e serpentina nas unidades. Em Brasília, mesmo com forte aparato policial, o Sindicato realizou atividade na agência Bradesco do Setor Comercial Sul (SCS), mais conhecida como Bradescão. Ao som da banda Fanfarra, foram distribuídos informativos para clientes sobre as altas taxas cobradas pelo sistema financeiro.


























































































































































