Foto: Maurício Morais
As negociações, que estavam interrompidas havia um mês, foram retomadas nesta sexta-feira, no 16º dia da greve nacional dos bancários.
Para o presidente do Sindicato e representante de Brasília no Comando Nacional, Eduardo Araújo, a proposta ainda não contempla as reivindicações da categoria. “Não bastasse ficar um mês em silêncio, a Fenaban apresenta uma nova proposta que ainda se mantém aquém da nossa pauta, com índice de reajuste insuficiente e sem novidade alguma em relação às demais cláusulas. Por conta disso, a orientação é pela rejeição dessa proposta em Brasília”, destacou o presidente do Sindicato, reforçando a cobrança pela reabertura das negociações também pela direção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, e que ambos os bancos melhorem suas propostas, de modo a pôr fim à greve.
A nova proposta dos bancos é a seguinte:
Reajuste: 7,1% (0,97% de aumento real).
Piso: R$ 1.632,93, que significa reajuste de 7,5% (ganho real de 1,34%).
PLR regra básica: reajuste de 10% da parte fixa, que passa para R$ 1.694,00 (limitado a R$ 9.011,76).
PLR parcela adicional: 10% de reajuste (limitado a R$ 3.388,00).
Da Redação com informações da Contraf-CUT


























































































































































