
Mas essa filosofia, para os empregados do banco, não está nem um pouco alinhada com as diretrizes traçadas internamente na empresa, como é o caso do segundo Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA), implantado nos últimos dias.
Na verdade, a ação faz parte de um “pacote de maldades”, que acaba por ferir os acordos com os empregados e destruir o importante papel que a empresa desempenha para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Não bastassem as investidas contra a Caixa 100% pública, os empregados têm ainda que enfrentar uma série de desrespeitos do que foi negociado. Chega a ser cruel essa versão do PAA que está sendo implantada sem qualquer preocupação com a sobrecarga de trabalho que ficará para os empregados que permanecem na ativa.
Como já é sabido, não haverá reposição de vagas. Sem reposição, esse PAA significa o desmonte da Caixa e uma visível piora da vida laboral das empregadas e dos empregados.
Além de não atender o pleito de contratações urgentes colocado em mesa específica de negociação, a Caixa implanta o PAA para desligamento de cerca de 1.500 empregados até 29 de abril. Junto com isso, acrescente-se mais pressão por metas e reclamações dos usuários devido ao atendimento deficitários.
O resultado dessa soma é mais adoecimentos, o que irá gerar mais afastamentos e uma situação caótica, que favorece o aumento do assédio entre empregados e arruína as condições de trabalho na Caixa.
Com tudo isso, teremos uma Caixa desmantelada, sem condições de fazer frente aos desafios que lhe são impostos. Ao final, teremos, sim, apenas um banco.
Da Redação



























































































































































