Bancários de Brasília apoiam Chapa 1 nas eleições do Sindicato de Belo Horizonte

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O Sindicato dos Bancários de Brasília apoia a Chapa 1 – A chapa das bancárias e dos bancários, nas eleições para a gestão 2014-2017 do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte. Liderada pela empregada da Caixa Econômica Federal e atual diretora de Cultura, Eliana Brasil, a chapa é composta por bancárias e bancários de bancos públicos e privados que são comprometidos com a luta em defesa dos interesses de toda a categoria. A votação iniciará na próxima terça-feira, dia 20, e se estenderá até quinta-feira, dia 22, em toda a base territorial da entidade.

Eliana é a segunda mulher a concorrer a presidenta na história de 82 anos do Sindicato, no momento em que a mulher amplia o seu espaço de atuação em todas as esferas da sociedade brasileira, mostrando competência e qualidade.

A Chapa 1 – A chapa das bancárias e dos bancários também é apoiada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela maioria dos sindicatos e de outras entidades sindicais.

“Nós apoiamos a Chapa 1 porque está comprometida com o projeto de unidade nacional dos bancários da CUT, que representa mais de 90% dos bancários brasileiros. Com ousadia, mobilização e greves, essa construção vitoriosa conquistou a convenção coletiva nacional, que vale para funcionários de bancos públicos e privados de todo país. Desta forma, garantimos aumentos reais de salários todos os anos desde 2004, melhorias na PLR e importantes avanços sociais, bem como várias conquistas nas negociações específicas com o Banco do Brasil e a Caixa”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

Na avaliação do Sindicato e da Contraf-CUT, votar na Chapa 1 é ampliar ainda mais os horizontes das lutas dos bancários de todo o Brasil. “Precisamos encarar os desafios que temos, continuar organizando e mobilizando os bancários e fortalecendo as campanhas nacionais para enfrentar os banqueiros e as direções dos bancos públicos, lutando juntos por mais empregos, remuneração digna, melhores condições de saúde, segurança e trabalho, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, igualdade de oportunidades, aposentadoria decente e contra os projetos de terceirização, dentre outras demandas”, salienta.

Da Redação, com informações da Contraf-CUT