A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal (CEE/Caixa) se reúne nesta sexta-feira (17) com representantes da empresa para mais uma rodada de negociações. Desta vez serão discutidas as questões relativas aos correspondentes bancários e à Funcef/PrevHab. O encontro ocorre pela manhã, em São Paulo.
Seguindo as determinações do 26º Conecef, os bancários exigem a proibição de criação de correspondentes bancários onde existam agências da Caixa. Os correspondentes devem se restringir às regiões não atendidas pelas agências. Reivindica-se também a realização de campanhas de esclarecimento da população sobre a necessidade de se extinguir a precarização do trabalho bancário, o que acontece com a existência da figura dos correspondentes bancários.
Nas discussões sobre a Funcef/PrevHab, as principais reivindicações são o fim da discriminação contra os bancários que estão no REG/Replan não saldado, o fim do voto de minerva nas instâncias da Fundação, a solução imediata da situação das mulheres pré-79 e o reconhecimento, por parte da Caixa, do Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA) como verba salarial para fins de aporte à Funcef de quem está com o REG/Replan não saldado.
Nas rodadas de negociações ocorridas até agora, a direção da Caixa manteve posição intransigente e rejeitou a maioria das reivindicações, como as mudanças no Plano de Funções Gratificadas (PFG), o respeito à jornada de seis horas para todos, os itens sobre saúde do trabalhador e segurança bancária e questões relativas à isonomia. Além disso, quer empurrar a discussão das reivindicações para depois da Campanha, o que é rejeitado de pronto pelo movimento sindical bancário. “A exemplo da postura da Fenaban, a Caixa não está levando a sério as reivindicações do conjunto dos empregados”, avalia o coordenador da CEE/Caixa, Jair Pedro. “Vamos manter forte a mobilização para quebrar essa intransigência e barrar a tentativa da Caixa de postergar as discussões para depois da Campanha”, dispara Enilson da Silva, diretor do Sindicato.
André Shalders
Do Seeb Brasília, com Fenae


























































































































































