Na cidade de São Paulo no final da década de 60, o convento dos frades dominicanos torna-se uma das mais fortes resistências à ditadura militar vigente no Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis "Tito", "Betto", "Oswaldo", "Fernando" e "Ivo", passam a apoiar logistica e politicamente o grupo guerrilheiro "Ação Libertadora Nacional", comandado à época por Carlos Marighella. O grupo dissocia-se após uma conversa entre Frei Diogo e seus frades, onde conlui-se a necessitade de dispersão do grupo a partir de então.
Frei Tito e Frei Fernando partem para o Rio de Janeiro, onde são surpreendidos e torturados opr oficiais brasileiros que, acusando-os de traidores da igreja e traidores da pátria, perguntam por informações sobre o local de reunião do grupo para a posterior captura e execução de seu líder, Carlos Marighella. Após soferem cruel tortura, os frades informam aos policiais o horáio e o local de reunião do grupo, onde Mariguela costuma receber recursos oriundos da igreja. Mariguela é então surpreendido e executado por oficiais da marinha.
Frei Beto, Refugiado no interior do Rio Grande do Sul, é encontrado, preso, e une-se ao restante do grupo no presídio de Tirandentes, no Rio de Janeiro, em 1971. Os frades são posteriormente julgados e sentenciados a quatro anos de reclusão em regime fechado. A única exceção é Frei Tito, que liberto por um processo de negociação para a libertação de um embaixador sequestrado pela ANL, exila-se na França.
Frei Tito não consegue superar as seqüelas psicológicas sofridas após ser preso e torturado, e acaba suicidando-se ainda na França, entitulando-se traidor da pátria e traidor da igreja.


























































































































































