
“É triste o que vemos acontecer com o BRB. É o ato final de uma gestão sofrível de Paulo Evangelista, cuja demissão ocorreu agora no final de outubro, aliás, até agora sem explicações por parte do governador Agnelo”, afirmou o diretor do Sindicato Antonio Eustáquio, que também é bancário do BRB.
O que chama atenção no resultado é o aumento expressivo das despesas de intermediação financeira (crescimento de 50%), frente a um crescimento modesto das receitas de intermediação (16%). Outro aspecto é o aumento do provisionamento para devedores duvidosos, cujo percentual está descolado do que ocorre com o mercado, tendo ficado em 3,40% ante 2,80% do ano passado, representado um crescimento de 39%, o que carece de explicação por parte do banco.
“Esperamos que o futuro governador Rodrigo Rollemberg observe estes resultados decrescentes, alcançados por executivos nem sempre recomendados, vindos de outras instituições financeiras. Esta rota declinante é a afirmação categórica de como tem sido inconveniente trazer para o BRB presidentes de outros bancos. O Sindicato acredita que o BRB tem profissionais extremamente capacitados para sua gestão, o que certamente contribuirá para melhores resultados”, finaliza Eustáquio.
Da Redação


























































































































































