Embora contemplada com um rico acervo sobre a história de sua construção, Brasília ainda apresenta um déficit nos registros sobre a vida cultural da cidade. Foi pensando em preencher essa lacuna que a pesquisadora Maria do Socorro Queiroz Catta Preta decidiu sair a garimpar os arquivos de entidades sindicais, ali onde o senso comum jamais imaginaria encontrar o que ela procura.
Professora de artes da rede pública de ensino do DF, Maria do Socorro está coletando dados para sua especialização em História Cultural pela Universidade de Brasília. A capital não conta a sua história depois de sua construção, falta falar sobre isso, disse ela, que encontrou no Centro de Documentação (Cedoc) do Sindicato uma de suas fontes.
Conheço o Sindicato desde os anos 80 e sua relação com a arte, como local de disseminação da cultura, como promotor de eventos, explicou, folheando uma das edições do Informativo Bancário, publicação periódica do Sindicato voltada para a categoria bancária que traz com freqüência a programação cultural promovida pela entidade.


























































































































































