
O secretário CUTista avaliou que “a força de um sindicato está na capacidade de convencimento da sua categoria”. “Sem a base, não é possível avançar na luta”. Para que isso se torne possível, Jacy Afonso utilizou o bordão de que “governo é para governar, deputado é para legislar e sindicato é para ‘sindicatear’”, refletindo sobre a importância autonomia e independência sindical, com o desatrelamento entre sindicatos, partidos e governo.
O dirigente da CUT também refletiu sobre a importância da renovação das direções sindicais. Ele afirma que “se isso não for feito, uma hora a base vai tomar essa iniciativa e, possivelmente, sem ideologia”.
A formação política da juventude, segundo Jacy Afonso, é uma das ações sindicais essenciais para construir um sindicato forte, renovado e consolidado. Ele lembra que a organização neoliberal está forte, e tem como foco a juventude para trazer de volta ao Brasil os tempos de Estado mínimo.
“Essa sociedade não nos interessa. Nós queremos uma sociedade igualitária, socialista. E é a isso que a CUT se propõe”, finalizou o secretário de Organização da CUT Nacional.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT), primeiro presidente da CUT Brasília, participou da 14ª Plenária e reforçou a importância da militância CUTista no processo de formação da sociedade e resistência aos ataques neoliberais. “Este é o momento de maior responsabilidade dos dirigentes sindicais”, disse o parlamentar.
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O segundo dia da 14ª Plenária Estatutária da CUT Brasília ainda apresentou o Texto Base da direção da CUT, feita pelo secretário Nacional de Saúde da Central, Eduardo Guterra. Também foi feita a apresentação de contribuições ao debate do Caderno de Teses da CUT.
Fonte: CUT Brasília


























































































































































