Em negociação com o Comando Nacional dos Bancários nesta terça, Fenaban apresenta 7,8% e proposta é rejeitada de pronto na mesa de negociação
Em rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, nesta terça-feira 20, em São Paulo, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou proposta de 7,8% sobre todas as verbas (piso, salários, vales refeição, alimentação, auxílio-creche e a parte fixa da PLR e do adicional), o que foi prontamente rejeitado pelos representantes dos bancários.
Na avaliação do Comando, a proposta é insuficiente porque contém aumento real de salário de apenas 0,42% (o INPC do período é de 7,38%),além de não contemplar outros itens reivindicados pela categoria e que já foram tratados nas negociações anteriores.
O Comando reforçou sua posição de continuar apostando no diálogo para resolver a Campanha Nacional 2011 e reiterou os principais pontos de reivindicações da pauta dos bancários, para que sejam levados à direção da Fenaban e que os bancos apresentem uma contraposta decente, de modo que seja construído um acordo que atenda aos anseios dos trabalhadores.
Diante da recusa da proposta pelo Comando, os representantes da Fenaban firmaram compromisso de reavaliar as reivindicações dos trabalhadores e apresentar uma resposta em nova rodada de negociação, que ficou agendada para a próxima sexta-feira (23), às 14h, em São Paulo.
Assembleia às 18h30 na Praça do Cebolão
A direção do Sindicato, seguindo orientação do Comando Nacional, convoca os bancários do Distrito Federal para assembleia nesta quinta-feira (22), às 18h30 em primeira convocação e às 19h em segunda e última convocação, na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul (em frente ao edifício Sede I do Banco do Brasil), para rejeitarem a proposta apresentada pela Fenaban e aprovarem indicativo de greve para a próxima terça-feira (27).
Segundo o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, “é de suma importância a participação massiva de todos na assembleia para rejeitarmos a proposta e aprovarmos a greve para o dia 27. Desta forma, se não tivermos avanços significativos na negociação de sexta, já estaremos preparados e cumprindo os prazos legais para iniciarmos a mais forte greve da história dos bancários.”
Da Redação



























































































































































