Todos os 130 sindicatos do país filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) fazem assembléia hoje. A grande maioria dos sindicatos deflagrará a greve de 24 horas amanhã, para quebrar a intransigência dos bancos e forçá-los a apresentar uma proposta que contemple as reivindicações da categoria.
É a primeira vez em muito tempo que a categoria não chegava ao final de setembro sem que os bancos apresentassem uma proposta, lembra Jacy Afonso, presidente do Sindicato. Só a greve fará os bancos negociarem a sério.
A diretoria do Sindicato entende que a estratégia de paralisação de 24 horas permitirá unificar a mobilização em todo o país, acumulando força para novas paralisações.
O Sindicato avalia que uma greve por tempo indeterminado logo de saída, caso não seja homogênea em todo o país e em todos os bancos, aqui em Brasília e com a força necessária, enfraquecerá a posição dos bancários na mesa de negociação. Achamos que é mais inteligente e estratégico fazermos uma greve que vá crescendo, do que tentar todas as fichas na primeira jogada, propõe Enilson da Silva, secretário-geral do Sindicato.
Veja aqui as prioridades da Campanha Nacional dos Bancários


























































































































































