O Cineclube Bancário entra em seu segundo mês de atividade com a exibição, nesta segunda-feira 17, às 20h, do longa-metragem Amarelo Manga, que teve grande sucesso de crítica quando foi lançado, há cinco anos. Antes, será exibido o curta A Canga, dirigido por Marcus Vilar. Entrada gratuita. O Cineclube Bancário entra em seu segundo mês de atividade com a exibição, nesta segunda-feira 17, às 20h, do longa-metragem Amarelo Manga, que teve grande sucesso de crítica quando foi lançado, há cinco anos. Antes, será exibido o curta A Canga, dirigido por Marcus Vilar. Entrada gratuita.
Iniciativa inédita
O Sindicato criou no mês passado o Cineclube Bancário, que toda segunda-feira, às 20h, exibe um filme nacional de qualidade, com entrada gratuita a toda população de Brasília.
Com essa iniciativa, o Sindicato dos Bancários de Brasília pretende democratizar o acesso dos brasilienses à cultura e ao mesmo tempo contribuir para o fortalecimento do cinema brasileiro cuja produção vem aumentando e melhorando nos últimos anos, mas enfrenta enormes dificuldades para se divulgar e encontrar salas de exibição, hoje controladas por empresas estrangeiras.
E o Sindicato quer valorizar e popularizar a produção cinematográfica nacional por entender que o cinema é como uma lente pela qual um povo enxerga a si próprio e interpreta o mundo em que vive. Não podemos ver o mundo pela ótica de outros povos e outras culturas.
Amarelo Manga
Dirigido pelo pernambucano Cláudio Assis (autor também de O Baixio das Bestas, que será lançado nacionalmente nesta sexta-feira 14), Amarelo Manga tem no elenco Matheus Nachtergaele, Jonas Bloch, Chico Diaz, Dira Paes, Leona Cavalli e Conceição Camarotti. Censura: 16 anos.
O filme é assim definido pelo guia Programadora Brasil, da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura:
Amarelo Manga é uma história de encontros e desencontros amorosos. Guiados pela paixão, nossos personagens vão penetrando num universo feito de armadilhas e vinganças, de desejos irrealizáveis, da busca incessante da felicidade. O universo aqui é o da vida satélite e dos tipos que giram em torno de órbitas próprias, colorindo a vida de um amarelo hepático e pulsante. Não o amarelo do ouro, do brilho e das riquezas, mas o amarelo do embaçamento do dia-a-dia e do envelhecimento das coisas postas. Um amarelo-manga, farto.
Nova parceria
No segundo mês de existência, o Cineclube Bancário também inaugura uma parceria com a Programadora Brasil, criada com a pretensão de fazer chegar a todas as telas a produção brasileira contemporânea e os filmes históricos da cinematografia nacional.
A parceria nasceu, explica o secretário de Cultura José Garcia, porque a programadora e o Cineclube têm os mesmos objetivos, que é democratizar o acesso ao patrimônio audiovisual brasileiro, contribuindo para a formação de público para o cine-ma brasileiro e fomentando o pensamento crítico em torno da produção nacional.
Veja as próximas exibições e as sinopses dos filmes
17/9 – Amarelo Manga
Longa-metragem do diretor Cláudio Assis (autor também de O Baixio das Bestas, que será lançado nacionalmente nesta sexta-feira 14), com Matheus Nachtergaele, Jonas Bloch, Chico Diaz, Dira Paes, Leona Cavalli e Conceição Camarotti.
24/9 – Cabra Cega
Dirigido por Toni Venturi, tem no elenco Leonardo Medeiros, Débora Duboc, Jonas Bloch, Michel Bercovitch, Renato Borghi, Walter Breda, Bri Fiocca, Odara Carvalho e Milhem Cortaz.
01/10 – Cartola
A história de Cartola, um dos compositores mais importantes da música brasileira, é dirigida por Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.
08/10 – Batismo de Sangue
Conta a história de frei Tito e outros frades dominicanos envolvidos na resistência à ditadura militar. É dirigido por Helvécio Ratton e tem no elenco Caio Blatt, Daniel de Oliveira, Ângelo Antônio, Léo Quintão, Odilon Esteves, Cássio Gabus Mendes, entre outros.
15/10 – Pro Dia Nascer Feliz
Um filme de meninos e meninas que têm pressa em saber quem são. Dirigido por João Jardim, acompanha o dia-a-dia e entra na subjetividade de alunos e professores de várias escolas de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, das mais pobres à alta classe média.


























































































































































