
“A justificativa foi baixa performance, porém esse argumento é inaceitável para um banco que tem lucros bilionários às custas do adoecimento dos bancários. Todo o resultado obtido pelo Itaú é fruto do trabalho árduo desses bancários, que são vítimas das metas impostas pela empresa”, afirmou a secretária de Assuntos Parlamentares do Sindicato, Louraci Morais.
Nos dias 27 e 28 de abril, a Comissão de Organização dos Empregados do Itaú (COE) se reunirá para tratar de temas como saúde, condições de trabalho e reabilitação. Neste encontro, as demissões também serão discutidas.
Joanna Alves
Colaboração para o Seeb Brasília



























































































































































