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Na sexta-feira 6, completou-se seis dias consecutivos de greve em Brasília. Contando com a paralisação de 24 horas – |
ocorrida em 26 de setembro – já são sete dias de braços cruzados.
Na foto acima, o complexo da Tecnologia (Sede IV) do Banco do Brasil praticamente vazio
Na sexta-feira 6, completou-se seis dias consecutivos de greve em Brasília. Contando com a paralisação de 24 horas – ocorrida em 26 de setembro – já são sete dias de braços cruzados. Mais de 10 mil bancários estão parados no Distrito Federal.
Em todo o país, já são mais de 190 mil bancários parados, o que representa quase metade da categoria, formada por 400 mil bancários. Desde o dia 04/09, quinta-feira, os bancários das bases de todos os 108 sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) estão em greve para obrigar os bancos a atenderem as reivindicações gerais e específicas da categoria.
Com a ampliação da greve e com a categoria unida em todo o país, aumenta o poder de pressão dos bancários para forçar os bancos a negociarem a sério, afirma Jacy Afonso, presidente do Sindicato.
Greve cresce em Brasília
O movimento está crescendo, numa grande demonstração de força e coragem dos bancários de Brasília, avalia Enilson da Silva, secretário-geral do Sindicato.
No final do dia, mais de mil bancários decidiram na assembléia geral realizada no Setor Bancário Sul continuar a greve, diante da ausência de novas propostas dos bancos.



























































































































































