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Organizada pelas principais centrais sindicais do país CUT, CGTB, CGT, CAT, SDS, Força e Nova Central a III Marcha Anual do Salário Mínimo reuniu |
mais de 10 mil pessoas na manhã desta quarta-feira 6 na Esplanada dos Ministérios, segundo os organizadores.
Da esquerda para direita: Eduardo Araújo, secretário de Imprensa, Jacy Afonso, presidente do Sindicato, André Nepomuceno, Márcio Teixeira, Edmilson Lacerda e Rafael Zanon, diretores do Sindicato
Organizada pelas principais centrais sindicais do país CUT, CGTB, CGT, CAT, SDS, Força e Nova Central a III Marcha Anual do Salário Mínimo reuniu mais de 10 mil pessoas na manhã desta quarta-feira 6 na Esplanada dos Ministérios, segundo os organizadores.
Além do reajuste emergencial de 7,7% na tabela do Imposto de Renda (IR) – zerando a defasagem do governo Lula as centrais sindicais reivindicam para que seja ampliado de três para cinco o número de alíquotas. A marcha defendeu ainda aumento de 25% do salário mínimo, elevando-o dos atuais R$ 350 para R$ 420.
Como ocorreu nos dois anos anteriores, em que a pressão e as negociações arrancaram 25% de ganho real para o salário mínimo, a CUT e o Sindicato esperam que este ano os trabalhadores sejam beneficiados com aumento real e o reajuste da tabela do IR acima da inflação, destaca o presidente do Sindicato, Jacy Afonso de Melo.
Essa é a terceira vez que o Sindicato dos Bancários de Brasília participa da Marcha Anual do Salário Mínimo. A ação sindical não ocorre apenas no mês de data-base (setembro), mas sim durante todo ano, quando ocorrem negociações específicas em todos os bancos e manifestações como esta marcha, explica Jacy Afonso.
Além de Jacy Afonso, a diretoria e funcionários do Sindicato também estiveram presentes na Marcha.
Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, chegar ao valor pedido pelas centrais depende de negociação. "É um processo de negociação que depende da pressão da sociedade". Nesta quinta-feira 7, os dirigentes das sete centrais sindicais que organizaram a marcha se reúnem com os ministros do Trabalho, Luiz Marinho e da Previdência, Nelson Machado.
Cerca de 25 milhões de brasileiros recebem um salário mínimo por mês, entre eles 16 milhões de aposentados.




























































































































































