Mesmo com os interditos proibitórios, a presença da polícia em algumas unidades e a pressão de gestores, os bancários seguem firmes na greve nacional da categoria, que entra nesta segunda-feira 3 na segunda semana crescendo em número e força. No Distrito Federal, 90% das agências e PABs permaneceram fechados, além dos edifícios Sede I, Sede II, Sede IV e CSO do SIA do Banco do Brasil.
“Querem impedir nosso movimento com os interditos, mas muitas agências permanecem fechadas por conta da adesão voluntária dos bancários. Contamos com o apoio dos colegas bancários e continuamos unidos na luta para ver nossas reivindicações atendidas”, afirma o presidente, Rodrigo Britto, acrescentando que o Sindicato condena a postura antissindical dessas instituições financeiras que apostam na falta de diálogo e no desrespeito ao movimento.
O interdito proibitório é um artifício jurídico usado pelas instituições financeiras desde a época da ditadura militar (1964-1985), sob o argumento falacioso de que os trabalhadores impedem a entrada dos clientes e usuários nas agências bancárias.
Greve mantida
Como a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ainda não marcou nova negociação com os representantes dos bancários, retomando as negociações, a assembleia desta segunda-feira manteve a paralisação por tempo indeterminado.
“Continuamos dialogando com a população sobre o nosso movimento e denunciado a falta de responsabilidade social dos bancos”, diz Jeferson Meira, diretor do Sindicato.
Thaís Rohrer
Do Seeb Brasília



























































































































































