“Não me intimidarão”, diz Erika Kokay

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A denúncia protocolada contra mim no dia 14 é uma vã tentativa de me intimidar, que não terá resultado. Continuarei a defender os direitos humanos, o direito a vida, a lutar pela ética na política, em especial na Câmara Legislativa.

A denúncia protocolada contra mim no dia 14 é uma vã tentativa de me intimidar, que não terá resultado. Continuarei a defender os direitos humanos, o direito a vida, a lutar pela ética na política, em especial na Câmara Legislativa.

O ex-funcionário do meu gabinete que fez a denúncia, após mais de quatro anos de trabalho, fora avisado há cerca de dois meses de que seria demitido depois que soubemos do seu envolvimento em um caso de violência doméstica. Como pedira um tempo para organizar sua vida financeira, concedi-lhe um período para que se organizasse. O pedido de exoneração feito por ele, justamente ontem, dia decisivo para o mandato do então deputado Pedro Passos, não é mera coincidência.

É significativo que esse ex-funcionário aponte um esquema de caixa dois para a eleição em meados de 2003, seis meses após a eleição de 2002. Porque somente agora, após tantos anos? Está claro que interesses escusos estão por trás dessa falsa denúncia, que tem um único objetivo: me intimidar, tentar, naquele momento, impedir a continuidade do processo contra o então deputado Pedro Passos. O próprio ex-funcionário anunciara: “não sou cachorro morto”, e disse que se aliaria ao então deputado acusado de crime de corrupção junto a Gautama, para dar o troco.

Cabe destacar que a falsa denúncia foi apresentada em um momento crucial para o mandato do então deputado Pedro Passos, em uma clara tentativa de jogar uma nuvem de fumaça sobre seu processo e horas antes do então deputado saber que o TJDF havia cassado liminar que suspendia o processo contra ele.

Tendo em vista essa farsa, estou pedindo o exame grafotécnico dos cheques que o ex-funcionário alega terem sido utilizados por mim, em uma suposta conta de caixa dois. Vou provar que não tinha conhecimento da existência da referida conta bem como, desconhecia a movimentação financeira dela.

Também vamos provar que não existe fundamento na denúncia de que teríamos ganho um caminhão. O caminhão a que o ex-empregado faz referência foi comprado por R$ 19 mil. Para comprá-lo fiz um empréstimo junto ao BRB, que paguei em 24 prestações mensais de R$ 1.466,47. Está tudo comprovado em minha declaração de renda.

Vamos à Justiça e a todos os meios cabíveis exigir a apuração dos fatos, na certeza de que a verdade triunfará e de que continuaremos nossa luta em favor da valorização humana, do diálogo com o sonho, com o futuro.

Não me intimidarão!

Erika Kokay
Deputada distrital (PT)

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