A assembléia geral da categoria realizada ontem rejeitou a nova proposta da Fenaban e decidiu manter a greve por tempo indeterminado. Por indicação do Comando Nacional, os sindicatos que ainda não aderiram à paralisação fazem assembléias hoje à noite para decretar a greve. A assembléia geral da categoria realizada ontem rejeitou a nova proposta da Fenaban e decidiu manter a greve por tempo indeterminado. Por indicação do Comando Nacional, os sindicatos que ainda não aderiram à paralisação fazem assembléias hoje à noite para decretar a greve.
Na sexta rodada de negociação, realizada ontem em São Paulo, a Fenaban propôs reajuste salarial de 2,85% (antes era de 2%), o que apenas repõe a inflação, sem um centavo de aumento real. Para a PLR, os bancos propuseram 80% do salário, mais R$ 823 na parte fixa (a proposta anterior era de R$ 816) e um adicional de R$ 750 (antes era R$ 500) nos bancos que tiverem crescimento de pelo menos 20% (antes era 25%) do lucro líquido.
Nas negociações específicas também realizadas ontem, o BB adiou para sexta-feira a apresentação de proposta sobre PLR, a Caixa propôs pequenas melhorias (insuficientes) e o BRB não quer conceder reajuste nem seguir o acordo da categoria.
A nova proposta da Fenaban é uma provocação do segmento da economia que mais ganha dinheiro no país e por isso é inaceitável, critica Jacy Afonso, presidente do Sindicato. A greve continua também porque as negociações não estão avançando no BB, na Caixa e no BRB. É importante que os bancos públicos saibam que não haverá acordo se não houver solução para as questões específicas.


























































































































































