Orgulho de ser bancário

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Em comum, a paixão pela profissão, notada claramente no tom da voz, empolgada e empolgante. Em
comum, o mesmo caminho, aberto por uma geração e seguido pela outra. Duas histórias que, apesar das diferenças de tempo, se cruzam centradas num eixo: o orgulho de ser bancário, ontem e hoje.

   Edio Custódio, 81 anos, aposentado pelo Banco do Brasil. “Entrei na Previ do Rio de Janeiro como contínuo em 1949, e cinco anos depois fui transferido para o Banco do Brasil, exercendo a mesma função. Em 1960 transferiram-me para Brasília. Ser bancário naquela época era muito bom.  Apesar de o banco ser rigoroso, sempre procurava nos dar o de melhor. Mas houve um retrocesso nisso com a revolução [regime militar de 64], que beneficiou somente os apadrinhados. Também participei de muitas paralisações. Me aposentei em 1976. Ter sido bancário foi muito bom”.

  Cristiane da Silva e Santos, 24 anos, bancária da Caixa há 1 ano, trabalha na área de sigilo. “Entrei na Caixa esperando que fosse um trabalho chato, um ambiente monótono, com um monte de gente engravatada. Mas me surpreendi. Encontrei uma empresa dinâmica, uma equipe competente, e que cresce a cada dia. Adoro ser bancária e pretendo me aposentar na Caixa”.