As propostas aprovadas pela categoria ao final de 13 dias de greve em Brasília (e cinco dias na maioria do país) garantem reajuste de 3,5% nos salários (0,63% de aumento real) e em todas as verbas salariais. Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa incorporam ainda as propostas das negociações específicas (veja nesta e nas demais páginas).
A PLR da Fenaban, que introduziu este ano uma verba adicional, será paga em duas parcelas. Na primeira, que será creditada até dez dias após a assinatura do acordo, os bancários vão receber 80% do salário mais R$ 828 fixos limitados a R$ 10.992. Se o valor total a ser distribuído de PLR for inferior a 5% do lucro líquido, o banco deverá aumentar o percentual de 80% do salário, de duas maneiras possíveis: proporcionalmente até atingir os 5%, limitado a dois salários. Neste caso, essa diferença será paga junto com a segunda parcela, em março de 2007.
Além disso, os bancários dos bancos privados conquistaram pela primeira uma parcela adicional, vinculada à variação do lucro líquido de cada banco, que será distribuída de forma linear e não poderá ser descontada dos programas próprios de participação em resultados, limitada a R$ 1.500. Essa parcela tem duas regras: 1. se o aumento do lucro líquido de 2006 em relação a 2005 for inferior a 15%, o banco distribuirá 8% do valor dessa variação; 2. Se for igual ou superior a 15%, a parcela mínima será de R$ 1.000.


























































































































































