Resoluções da primeira oficina de capacitação de cipeiros

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Seguem abaixo as resoluções. Como as propostas não foram votadas, todas as sugestões debatidas nos grupos estão sendo consideradas como parte das resoluções da Oficina.

– ampliar o papel das CIPAs para que tenha um orçamento maior, maior independência, e voz para as questões de saúde;
– atuação sindical conjunta com cipeiros especialmente quando os problemas ultrapassarem os limites destes;
– adoção, por parte do sindicato, de um jornal da CIPA comum a todos os bancos, que possa ser feito inclusive por meio eletrônico;
– fazer uma campanha para a implementação de cláusulas de saúde já existentes no Contrato Coletivo de Trabalho começando pelos 10 minutos de descanso com espaço adequado para tal (cláusula 31ª);
– realizar mapeamento de riscos nos locais de trabalho, disseminando as informações necessárias e mobilizando os trabalhadores para prevenir problemas de saúde e segurança;
– lutar pela re-inserção dos lesionados ao trabalho de forma a respeitar os limites e especificidades de cada trabalhador e de cada situação;
– integrar o trabalho entre as brigadas de incêndio e CIPAs dos diversos prédios do Setor Bancário Sul;
– realizar um seminário regional de cipeiros com vistas à um evento nacional com o objetivo de discutir uma nova legislação para a CIPA agregando diversas propostas para seu funcionamento tais como a condução do mais votado à presidência, tempo definido para atuação de cipeiros e acesso aos indicadores de saúde;
– atuar junto à alta administração dos bancos para conscientizá-las quanto a seriedade das situações de risco à saúde;
– incentivar a prática de atividades extra-trabalho (atividades físicas e esportivas; atividades de lazer e cultura), esclarecendo e conscientizando os trabalhadores através de jornais, campanhas, textos e exames médicos com acompanhamento;
– repensar a ginástica laboral em função das dificuldades para sua implementação (pré-disposição das pessoas e adesão baixa; má vontades das chefias; horários e  profissionais inadequados);
– realizar programas de capacitação em saúde, em parceria com os bancos, para os gestores e comissionados para ajudarem na prevenção dos problemas;
– lutar pela adoção de prêmios de reconhecimento de ações de qualidade de vida no trabalho;
– implementar uma política de comunicação com os bancários sobre os temas de saúde e confeccionar jornais, cartilhas e outros materiais específicos ;
– realizar e lutar pela adoção de cursos que preparem os bancários para sua aposentadoria;
– antes de qualquer ação sindical, fazer pesquisa de clima no local de trabalho de forma a respeitar sensibilidades e situações pessoais específicas; 
– oferecer atividades culturais e esportivas diversas tais como aulas de dança, campeonatos, etc.
– colocar sempre temas de saúde no centro das nossas reivindicações e ações sindicais;
– lutar pela adoção, no acordo coletivo, da extensão da  estabilidade de 1 ano na função anteriormente exercida;
– realizar eventos de prevenção através de palestras e debates no sindicato e nos locais de trabalho;
– disponibilizar os e-mails dos participantes do evento para todos;
– lutar por cursos de brigadista, segurança e saúde no trabalho extendido para pelo menos 10% do corpo funcional dos bancos;
– realização de outros eventos de qualificação de cipeiros;

*Como as propostas não foram votadas, todas as sugestões debatidas nos grupos estão sendo consideradas como parte das resoluções da Oficina.