CUT-DF
Enquanto Paulo Octávio tenta um “acordão” na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para salvar seu mandato – vez que o impeachment do governador em exercício será analisado por aliados na Comissão Especial da CLDF -, Arruda continua afastado e preso, com seus pedidos de impedimento prestes a serem relatados por um deputado de oposição.
Independentemente do que venha a ocorrer com Arruda e Paulo Octávio, quem está se deliciando com tudo isso é o ex-governador Joaquim Roriz, já de olho nas eleições de outubro.
Atualmente, Joaquim Roriz é filiado Partido Social Cristão (PSC). Vale lembrar que o ex-governador deixou o PMDB logo após sua renúncia ao Senado por conta de um negócio escuso envolvendo o empresário Nenê Constantino, que poderia render-lhe a cassação por quebra de decoro parlamentar. Na época, Roriz desfiliou-se do partido e disse que o PMDB não lhe dava o apoio necessário para viabilizar sua candidatura ao GDF.
Nesta terça-feira (23/2), Roriz reaparece em rede de rádio e televisão no programa eleitoral do PSC, que vai ao ar também na quinta-feira e no sábado, falando em justiça – enquanto carrega dezenas de processos judiciais na costas por desvio de verbas públicas, grilagem de terra, superfaturamento de obras, entre outras falcatruas.
“A sociedade precisa dar uma resposta contundente nas urnas. Esse período nefasto de corrupção e de casos mal esclarecidos envolvendo políticos locais tem que acabar. A possível volta de Roriz ao Buriti, na verdade, representará o continuísmo e o retorno de práticas que envergonham os brasilienses”, enfatizou a presidente da CUT-DF, Rejane Pitanga.


























































































































































