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Para lembrar o Dia Internacional da Mulher, o Sindicato realiza nesta terça-feira, 6 de março, o seminário "Eqüidade nas Relações de Trabalho: um Direito de Mulheres e Homens", com a participação de representantes de várias entidades que atuam em defesa da igualdade de gênero no Brasil. |
– 08 de março 150 anos depois
Para lembrar o Dia Internacional da Mulher, o Sindicato realiza nesta terça-feira, 6 de março, o seminário Eqüidade nas Relações de Trabalho: um Direito de Mulheres e Homens", com a participação de representantes de várias entidades que atuam em defesa da igualdade de gênero no Brasil. O seminário, que acontecerá no Teatro dos Bancários, começará às 14h15 e terminará à noite, com um evento cultural.
Nosso objetivo é fazer uma ampla reflexão sobre a situação da mulher no mercado de trabalho, visando a construção de políticas afirmativas que busquem a igualdade de direitos e de oportunidades em uma sociedade verdadeiramente democrática, afirma Mirian Fochi, diretora do Sindicato e coordenadora do seminário.
A programação é a seguinte:
14h15 Abertura
14h30 Painel Relações de Gênero e Trabalho.
Expositoras: Representantes da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres/Governo Federal, do Conselho Nacional de Direitos da Mulher e do Ministério Público do Trabalho.
16h50 Painel Ações Institucionais que Garantam a Eqüidade de Gênero e Etnia nas Relações de Trabalho.
Expositoras: Representantes do Ministério das Minas e Energia, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.
18h30 Programação cultural.
Avanços não superam discriminação
Graças à sua luta sem tréguas, as mulheres vêm ampliando suas conquistas no mercado de trabalho, mas ainda enfrentam forte discriminação e preconceito no exercício profissional. Diferenciações e discriminações fundadas na origem social ou na questão de gênero impõem às mulheres desigualdades expressivas em relação aos homens em sua inserção produtiva, constatou o Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio-Econômicos (Dieese) na última pesquisa do gênero, divulgada em 2005.
No estudo comparativo, o Dieese apurou que entre 1998 e 2004 houve um crescimento significativo na taxa de participação feminina na População Economicamente Ativa (PEA). No Distrito Federal, por exemplo, a inserção das mulheres no mercado de trabalho cresceu 8,1% nesse período (contra apenas 0,8% dos homens).
Apesar disso, a taxa de desemprego entre as mulheres não só continuou superior às do sexo masculino como cresceu no período. As mulheres eram 53% dos desempregados no DF, em 98, e passaram a 56,7% em 2004.
Além disso, as mulheres estão sujeitas a ocupações mais vulneráveis que os homens, ou seja, a empregos precários, sem proteção e direitos trabalhistas.
E mesmo depois de passar por esse funil, quando conseguem emprego as mulheres continuam recebendo remuneração inferior aos homens, embora, no DF, essa diferença tenha diminuído entre 98 e 2004. O rendimento médio da hora trabalhada pelas mulheres no DF era de 74,8% da hora masculina, em 98, passando para 77,9% em 2004.




























































































































































