É hora de intensificar a mobilização para pressionar os bancos nas mesas de negociações. Já faz 40 dias que o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro entregou a pauta de reivindicações da Campanha Nacional e até agora os bancos não apresentaram nenhuma proposta concreta.
É hora de intensificar a mobilização para pressionar os bancos nas mesas de negociações. Já faz 40 dias que o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro entregou a pauta de reivindicações da Campanha Nacional e até agora os bancos não apresentaram nenhuma proposta concreta.
Hoje, terça-feira, tem mais uma rodada de negociação em São Paulo entre o Comando Nacional e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). O Sindicato também negocia hoje as questões específicas com o BRB. E amanhã a Contraf/CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e as comissões de empresa fazem novas rodadas de negociações com as direções do Banco do Brasil e da Caixa.
Os bancos estão provocando a categoria. Nas quatro rodadas de negociação até agora não apresentaram proposta e ainda insinuam que este ano querem fazer um acordo inferior ao do ano passado. Não aceitamos isso. Precisamos aumentar a mobilização e nos prepararmos para a greve, caso não atendam nossas reivindicações, adverte Jacy Afonso, presidente do Sindicato.
Todos os bancários precisam comparecer à assembléia de quinta-feira, quando vamos decidir os rumos da campanha, convoca o presidente do Sindicato.
As reivindicações da Campanha Nacional
Índice de reajuste: Reposição da inflação mais 7,05% de aumento real.
PLR: 5% do lucro líquido linear para todos, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500.
Saúde e condições de trabalho: Fim do assédio moral, fim das metas abusivas, isonomia para todos e mais segurança bancária.
Piso da categoria: R$ 1.500 (hoje é de R$ 839,93).
Auxílio-creche/babá: Um salário mínimo, R$ 350 (valor atual, 165,34)
Cesta-alimentação: R$ 300 (hoje é 230,02)
Gratificação de caixa: R$ 500 (R$ 226,65 hoje)
13ª Cesta-alimentação
14º salário
Defesa do emprego: Ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe dispensas imotivadas. Ampliação do horário de atendimento bancário com dois turnos de trabalho. Mais contratações. Respeito à jornada de seis horas.


























































































































































