
Agora, o BB se une à corretora de seguros Barraconi e a Promotiva, que se autodefine como “gestão especializada de correspondentes bancários”, para vender produtos. A terceirização dos serviços é mais uma estratégia entreguista do governo ilegítimo para viabilizar a privatização da empresa pública.
“A unidade dos funcionários do BB se torna ainda mais importante diante desse novo ataque ao banco que ajudamos a construir diariamente. O balanço prova que milhares de bancários saíram nos últimos anos, colocando em risco a qualidade do atendimento à população e comprometendo a saúde dos bancários”, alerta a diretora do Sindicato e bancária do BB Fátima Marsaro.
Para o representante da Federação dos Bancários do Centro Norte (Fetec-CUT/CN) na mesa de negociação com o banco, Rafael Zanon, “essa péssima novidade representa o sucateamento de um banco fundamental para o desenvolvimento do país. E o resultado da cobiça deste governo golpista se reflete no serviço do banco, terceira instituição financeira com mais reclamações no Banco Central”.
Vale destacar que, em setembro de 2016, o BB contava com 112 mil funcionários e 5.430 agências. Em dezembro de 2017, o banco encolheu para 99 mil bancários e 4.770 unidades bancárias. São 13.590 postos de trabalho e 660 agências a menos em pouco mais de um ano.
Da Redação com informações do Seeb SP



























































































































































