O julgamento da URP no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região começou. Durante a sessão, a desembargadora Neuza Alves avisou que não se sente pressionada e que sua decisão será jurídica. Os advogados do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) já apresentaram a defesa dos servidores. Em seguida, foi a vez da Advocacia-Geral da União falar contra o direito dos servidores. O reitor José Geraldo Junior está no Tribunal para acompanhar o julgamento.
O auditório que possui 48 lugares está completamente ocupado por funcionários da UnB. São 42 servidores técnicos e seis advogados do Sintfub. Flávio Botelho, presidente da ADUnB, também acompanha a sessão.
Manifestantes chegaram ao TRF por volta do meio-dia. Cerca de 50 pessoas estão do lado de fora do prédio – onde pretendem ficar até o fim do julgamento. Os funcionários da universidade usam uma camiseta com as frases “URP integral para todos” e “UnB em greve”. Cartazes e faixas compõem a manifestação. Antônio Guedes, coordenador geral do Sintfub, afirma que a categoria está confiante. “Hoje é um dia decisivo não só para os funcionários, mas para toda universidade”, disse.
Procurada pela equipe da Secretaria de Comunicação da UnB, a desembargadora Neuza Alves afirmou que não fará nenhum pronunciamento antes do julgamento.
João Campos – Da Secretaria de Comunicação da UnB


























































































































































