O Sindicato inaugura nesta sexta-feira 1º de setembro um novo espaço de lazer e de encontro dos bancários, com a participação da cantora Vânia Bastos. Será na praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul, a partir das 18h. O evento será mensal, sempre na primeira sexta-feira do mês.
O Sindicato está fazendo uma enquete no site para que os bancários escolham o nome do projeto cultural, entre três opções: 1. Cala a Boca e Canta, 2. Sexta Básica e 3. Porque Amanhã é Sábado. Entre em www.bancariosdf.com.br e vote.
Vânia Bastos, estrela de brilho próprio
Para quem gosta de música brasileira de qualidade, Vânia Bastos é cais, viagem com certeza de bons ventos, mar calmo de sonoridade eterna. Um gosto de sol no inverno que a indústria da música quer nos impor, mas nós não aceitamos.
Assim o compositor mineiro Fernando Brant refere-se a essa intérprete que teve a coragem de trilhar um caminho peculiar na música brasileira, sem concessões às fórmulas comerciais, na apresentação do CD Vânia Bastos Canta Clube da Esquina, lançado em 2002.
Com oito discos lançados, dois dos quais dedicados às obras de Tom Jobim e Caetano Veloso, Vânia Bastos é uma das mais belas vozes da música popular brasileira. Ela tornou-se conhecida inicialmente por seu trabalho como solista na banda Sabor de Veneno, de Arrigo Barnabé, com quem gravou dois discos: Clara Crocodilo (1980) e Tubarões Voadores (1984). Cantou depois com a banda Isca de Polícia, de Itamar Assumpção, participando do festival da Globo de 1982.
No final dos anos 80, Vânia iniciou carreira solo, gravando Eduardo Gudin e Vânia Bastos. Em 1989 cantou em Paris, no aniversário de 200 anos da Revolução Francesa, e apresentou-se em Berlim.
Seu trabalho Cantando Caetano, de 1992, teve a participação do próprio Caetano Veloso em No dia que eu vim-me embora. Em 94 foi a vez de Canta Mais, disco do qual duas faixas foram escolhidas para tema de novela. São elas: Canta, canta mais (Tom Jobim e Vinícius de Moraes e Pálida (Tavito e Aldir Blanc).
No ano seguinte grava Vânia Bastos e Cordas Canções de Tom Jobim, CD que teve piano e orquestração de Francis Hime. Em seguida veio Diversões não eletrônicas (1997), trazendo como tema os grandes arranjadores e maestros brasileiros, com músicas inéditas e regravações, cada uma delas arranjada por um deles.
Na definição de Fernando Brant, Vânia Bastos é estrela de brilho próprio, clareira aberta na canção brasileira contemporânea.
É isso que os bancários de Brasília poderão conferir nesta sexta-feira 1º de setembro, a partir das 18h, na praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul.


























































































































































